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LEME convida para Ato em nome do Gilmar Mascarenhas

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O Laboratório de Estudos em Mídia e Esporte (LEME/UERJ) convida todos e todas para o Ato em nome do Gilmar Mascarenhas que faleceu no dia 10 de junho. Nesta quinta-feira, 20, o pesquisador do LEME completaria mais um ano de vida. Ele dedicou sua vida e sua carreira acadêmica à construção de um mundo mais generoso e uma cidade mais humana.

Data: 20 de junho de 2019

Horário: 10h da manhã

Local: Praça Paris – Centro do Rio

Vamos juntos homenageá-lo!

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LEME divulga 5° CINEfoot Extraordinário no Rio de Janeiro*

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Celebrando os 100 anos da primeira vitória do Brasil na Copa América e enquanto a 10ª edição do CINEfoot não começa, preparamos uma mostra especial para todos e todas, o 5° CINEfoot Extraordinário, que vai acontecer no CCBB Rio de Janeiro de 12 a 24 de junho. As sessões GRATUITAS acontecem sempre às 17h e 19h. No dia 12/06 às 19h teremos uma sessão com acessibilidade.

A Copa América é a principal competição sul-americana de futebol e em 2019 acontece pela quinta vez no Brasil, passados exatos 100 anos da primeira conquista do título pela seleção brasileira. A celebração desta histórica vitória inspira a realização da presente mostra, que reúne 26 filmes, entre curtas e longas, produzidos pelos países que participam do campeonato este ano. A curadoria da mostra é de Antonio Leal.

CINEfoot Extraordinário entra em campo pela quinta vez confirmando o seu potencial de agente promotor da cultura audiovisual brasileira em tempos de realização de eventos esportivos de grande porte, a exemplo das edições anteriores durante a Copa América 2013, Copa do Mundo Brasil 2014, Jogos Olímpicos Rio 2016 e Copa do Mundo Rússia 2018.

A sala está sujeita à lotação.

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Fonte: CineFoot

PROGRAMAÇÃO COMPLETA

5° CINEFOOT EXTRAORDINÁRIO

(programação sujeita à alteração)

Dia 12/06 (quarta-feira)
__ às 17h
MARACANÃ
Dir. Sebastián Bednarik, Andrés Varela (Doc, 75 min, Uruguai/Brasil, 2014) – 12 anos
1950. Apenas 5 anos após a Segunda Guerra Mundial, o Brasil organiza a Copa do Mundo de Futebol. O governo promete a vitória. No entanto, minutos antes do apito final da última partida, o capitão da pequena equipe uruguaia destrói a esperança de milhões de brasileiros, transformando sua vida para sempre e, com ela, a identidade de duas nações. Maracanã mostra a maior façanha e a maior tragédia da história do futebol.

__ às 19h (sessão acéssivel com intérprete de LIBRAS)
LOUISE
Dir. Amanda Gomes, Andressa Fernandes, Nathanael Cruz (Anima, 5 min, Brasil, DF, 2018) – 12 anos
Durante brincadeira de futebol de rua entre quatro garotos a bola cai próxima de Louise e Bia. Juca corre para recuperá-la, percebe a habilidade das duas garotas e as convida para brincar. Iago não aceita a participação delas, mas Louise não quer ficar fora do jogo.

JOÃO SALDANHA
Dir. André Iki Siqueira e Beto Macedo (Doc, 90 min, Brasil, RJ, 2010) – 12 anos
Jogador, técnico, jornalista e polemista, João Saldanha (1917-1990) sempre foi bom de briga. A valentia que exibiu dentro de campo, no curto período em que foi jogador, levou-o a aceitar o posto de técnico do mesmo time, o Botafogo. Foi também um dos comentaristas esportivos mais temidos e polêmicos de seu tempo.

Dia 13/06 (quinta-feira)
__ às 17h
ARANGOL
Dir. Emil Zabala (Doc, 85 min, Venezuela, Alemanha, México, Espanha, 2017) – 12 anos
Arangol, a vida de um herói anônimo que se torna o Cid Campeador do futebol em um país que joga beisebol. Uma história que reflete a constância, luta e perseverança de Juan Arango, que com seu talento e uma fé cega em si mesmo atinge seus objetivos. Conquistar o mundo graças ao futebol tem sido seu melhor exemplo de melhoria pessoal que expressa do que os venezuelanos são feitos.

__ às 19h
1958 O ANO EM QUE O MUNDO DESCOBRIU O BRASIL
Dir. José Carlos Asbeg (Doc, 85 min, Brasil, RJ, 2008) – 12 anos
Homenagem aos jogadores que conquistaram o primeiro título mundial de futebol para o Brasil.

Dia 14/06 (sexta-feira)
__ às 17h
HÉCTOR MARTÍNEZ: A SOMBRA DE UMA CIDADE ABANDONADA
Dir. Jamer Calvo (Doc, 13 min, Colômbia, 2018) – 12 anos
Héctor Martínez, jogador de futebol veterano, cantor de música antilhana e cozinheiro tradicional, nos conta aspectos significativos de sua vida, o que nos aproxima da história popular da Cali da segunda metade do século XX, uma cidade em constante transformação que negligencia sua memória .

BAHÊA MINHA VIDA – O FILME
Dir. Marcio Cavalcante (Doc, 100 min, Brasil, BA, 2011) – 12 anos
Bahêa Minha Vida é um filme sobre a paixão da torcida, sobre sonhos e vida, muita vida, expressa em alegrias e lágrimas, em gritos e silêncios, em desencantos e euforias. Uma verdadeira homenagem à nação tricolor. A grande questão é o porquê de tanto amor. Existe explicação?

__ às 19h
LOUCURA QUE APAIXONA MINHA CIDADE
Dir. Maximiliano Baldi (Doc, 110 min, Argentina, 2014) – 12 anos
Em apenas três anos, Clube Atlético Talleres deixou de ser um dos melhores times do mundo para jogar a divisão amadora do futebol argentino.

Dia 15/06 (sábado)
__ às 17h
DEMOCRACIA EM PRETO E BRANCO
Dir. Pedro Asbeg (Doc, 90 min, Brasil, RJ, 2013) – 12 anos
Tendo como pano de fundo a lendária Democracia Corinthiana, o nascimento das bandas de rock brasileiras e a campanha das “Diretas Já”, Democracia em Preto e Branco mostra como o esporte, a política e a música se encontraram para mudar o rumo da história do país.

__ às 19h
O ROUPEIRO
Dir. Andres Cornejo (Doc, 25 min, Equador, 2017) – 12 anos
Mario Alcocer, conhecido como Junior Toral, trabalha como roupeiro do Independiente Del Valle, do Equador. Junior é tanto um trabalhador dedicado, como um fã apaixonado. Ele acompanha o time nos hotéis, nos campos, nos estádios e preenche os espaços solitários no mundo do futebol, à sombra dos protagonistas do espetáculo.

SANGUE DE CAMPEÕES
Dir. Sebastián Bednarik, Guzmán García (Doc, 75 min, Uruguai, 2018) – 12 anos
1924: um grupo de homens, jogadores amadores de futebol de diversas profissões, embarcam para a maior aventura de suas vidas. Eles partem do Uruguai para a Europa para desembarcar na Paris dos anos loucos onde, contra todas as probabilidades, iriam encontrar a glória olímpica e o assombro do mundo inteiro. Esse feito seria o primeiro de outros, em 1928 e em 1930.

Dia 16/06 (domingo)
__ às 17h
O TORCEDOR
Dir. Chriss Porras Quintanilla (Fic, 7 min, México, 2018) – 12 anos
Inti de 7 anos vive a pior tarde da sua curta vida, como seu ídolo Paolo Guerrero, quando perde a partida que poderia levar a Seleção do Peru para a Copa do Mundo depois de 36 anos, tendo como único aliado a sua mãe-avó Lu, que parece ter uma enfermidade diante das jogadas da Nova Zelândia.

ARANGOL
Dir. Emil Zabala (Doc, 85 min, Venezuela, Alemanha, México, Espanha, 2017) – 12 anos
Arangol, a vida de um herói anônimo que se torna o Cid Campeador do futebol em um país que joga beisebol. Uma história que reflete a constância, luta e perseverança de Juan Arango, que com seu talento e uma fé cega em si mesmo atinge seus objetivos. Conquistar o mundo graças ao futebol tem sido seu melhor exemplo de melhoria pessoal que expressa do que os venezuelanos são feitos.

__ às 19h
A BOLA VIAJANTE DE KOYUKI
Dir. Satsuki Okawa (Fic, 17 min, Japão, 2013) – 12 anos
Koyuki decide recriar uma bola de futebol que seu pai tinha assinada por todos os amigos e que fora levada pelo Tsunami. Sua jornada sofre uma reviravolta quando se reconecta com o tio, fanático por futebol.

SABOR DA VITÓRIA
Dir. Víctor Gómez Lizama (Doc, 61 min, Chile, 2007) – 12 anos
Quando o Chile viveu os últimos meses da Unidade Popular comandada pelo Presidente Salvador Allende, Colo-Colo, o time chileno mais popular, disputou a Copa Libertadores de 1973.

Dia 17/06 (segunda-feira)
__ às 17h
AL-KORA
Dir. Amal Al Muftah (Fic, 2 min, Catar, 2013) – 12 anos
Um garoto joga acidentalmente a bola de futebol por cima de uma parede e não tem certeza de como vai recuperá-la, até que sua irmã chega para o resgate. Mas seu ato de bondade a coloca em apuros.

FUTEBOL COM HISTÓRIA – SELEÇÃO PARAGUAIA
ABC TV (Doc, 15 min, Paraguai, RJ, 2018) – 12 anos
Em 1979 a Seleção paraguaia viveu um ano de ouro com triunfos históricos.

ÉRAMOS REIS
Dir. Ernesto Rodrigues (Doc, 44 min, Brasil, RJ, 2017) – 12 anos
Preciosidades inéditas a partir de 1913, incluindo um amistoso do Corinthian inglês (Corinthian-Casuals) contra um combinado carioca; a excursão do Paulistano em 1921, um ídolo desconhecido dos brasileiros (Jaguaré), a excursão que entrou para o hino do Atlético Mineiro; o Bahia no inverno de Moscou; pancadaria do Vasco com o Real Madrid; o reinado francês de Paulo César Caju. O veredicto da imprensa internacional, ilustrado por conteúdos audiovisuais inéditos, de craques como Garrincha, Nilton Santos, Carlos Alberto, Zico, Ronaldo Nazário, Ronaldinho Gaúcho, Júnior, Falcão, Cerezzo, Roberto Carlos, Marcelo, Romário, Neymar e outros.

__ às 19h
O OUTRO SUPERCLÁSSICO
Dir. Santiago Dulce (Doc, 7 min, cor, Brasil/Argentina, 2014) – 12 anos
Existem clubes fundados em homenagens a outros maiores. Clubes grandes, como Boca e River, não são exceção. O incrível é que exista uma versão de cada um no mesmo lugar. A mais de 4.000 km de Buenos Aires, se joga “El Otro Superclássico”.

GAÚCHOS CANARINHOS
Dir. Rene Goya Filho (Doc, 15 min, Brasil, RS, 2007) – 12 anos
Um homem que criou um país. O documentário conta a história de um criador e de sua maior criação. Uma criação que deu identidade a uma nação. Estamos falando da camisa amarela da Seleção Brasileira de futebol, criada pelo gaúcho Aldyr Schlee.

O PRIMEIRO JOÃO
Dir. André Castelão (Anima, 6 min, Brasil, RJ, 2006) – 12 anos
Garrincha revela a origem do apelido “João” que ele dava a todos os seus marcadores em campo. Verdade? Ninguém sabe.

PELÉ: O REI DESCONHECIDO
Dir. Ernesto Rodrigues (Doc, 38 min, Brasil, RJ, 2017) – 12 anos
Histórias surpreendentes, preservadas em arquivos estrangeiros, da estreia do menino prodígio na copa de 58 até a despedida em Nova Iorque, com flagrantes de Pelé em campo e fora das “quatro linhas” filmados por estrangeiros no Brasil, na Europa, nas Américas e na Oceania.

Dia 19/06 (quarta-feira)
__ às 17h
BOLÍVIA
Dir. Felipe Diniz (Doc, 5 min, Brasil, SP, 2019) – 12 anos
São Paulo se transforma num pedacinho da Bolívia através de um projeto envolvendo o futebol e bolivianos que vivem na capital paulista.

ARANGOL
Dir. Emil Zabala (Doc, 85 min, Venezuela, Alemanha, México, Espanha, 2017) – 12 anos
Arangol, a vida de um herói anônimo que se torna o Cid Campeador do futebol em um país que joga beisebol. Uma história que reflete a constância, luta e perseverança de Juan Arango, que com seu talento e uma fé cega em si mesmo atinge seus objetivos. Conquistar o mundo graças ao futebol tem sido seu melhor exemplo de melhoria pessoal que expressa do que os venezuelanos são feitos

__ às 19h
O TORCEDOR
Dir. Chriss Porras Quintanilla (Fic, 7 min, México, 2018) – 12 anos
Inti de 7 anos vive a pior tarde da sua curta vida, como seu ídolo Paolo Guerrero, quando perde a partida que poderia levar a Seleção do Peru para a Copa do Mundo depois de 36 anos, tendo como único aliado a sua mãe-avó Lu, que parece ter uma enfermidade diante das jogadas da Nova Zelândia.

GERALDINOS
Dir. Pedro Asbeg, Renato Martins (Doc, 75 min, Brasil, RJ, 2015) – 12 anos
O fim da Geral do Maracanã não é apenas mais uma derrota de um futebol que já não existe mais. É também o reflexo do processo de elitização e exclusão que o Rio de Janeiro vive hoje.

Dia 20/06 (quinta-feira)
__ às 17h
LOUCURA QUE APAIXONA MINHA CIDADE
Dir. Maximiliano Baldi (Doc, 110 min, Argentina, 2014) – 12 anos
Em apenas três anos, Clube Atlético Talleres deixou de ser um dos melhores times do mundo para jogar a divisão amadora do futebol argentino.

__ às 19h
O ROUPEIRO
Dir. Andres Cornejo (Doc, 25 min, Equador, 2017) – 12 anos
Mario Alcocer, conhecido como Junior Toral, trabalha como roupeiro do Independiente Del Valle, do Equador. Junior é tanto um trabalhador dedicado, como um fã apaixonado. Ele acompanha o time nos hotéis, nos campos, nos estádios e preenche os espaços solitários no mundo do futebol, à sombra dos protagonistas do espetáculo.

SABOR DA VITÓRIA
Dir. Víctor Gómez Lizama (Doc, 61 min, Chile, 2007) – 12 anos
Quando o Chile viveu os últimos meses da Unidade Popular comandada pelo Presidente Salvador Allende, Colo-Colo, o time chileno mais popular, disputou a Copa Libertadores de 1973.

Dia 21/06 (sexta-feira)
__ às 17h
A BOLA VIAJANTE DE KOYUKI
Dir. Satsuki Okawa (Fic, 17 min, Japão, 2013) – 12 anos
Koyuki decide recriar uma bola de futebol que seu pai tinha assinada por todos os amigos e que fora levada pelo Tsunami. Sua jornada sofre uma reviravolta quando se reconecta com o tio, fanático por futebol.

MARACANÃ
Dir. Sebastián Bednarik, Andrés Varela (Doc, 75 min, Uruguai/Brasil, 2014) – 12 anos
1950. Apenas 5 anos após a Segunda Guerra Mundial, o Brasil organiza a Copa do Mundo de Futebol. O governo promete a vitória. No entanto, minutos antes do apito final da última partida, o capitão da pequena equipe uruguaia destrói a esperança de milhões de brasileiros, transformando sua vida para sempre e, com ela, a identidade de duas nações. Maracanã mostra a maior façanha e a maior tragédia da história do futebol.

__ às 19h
O TORCEDOR
Dir. Chriss Porras Quintanilla (Fic, 7 min, México, 2018) – 12 anos
Inti de 7 anos vive a pior tarde da sua curta vida, como seu ídolo Paolo Guerrero, quando perde a partida que poderia levar a Seleção do Peru para a Copa do Mundo depois de 36 anos, tendo como único aliado a sua mãe-avó Lu, que parece ter uma enfermidade diante das jogadas da Nova Zelândia.

GERALDINOS
Dir. Pedro Asbeg, Renato Martins (Doc, 75 min, Brasil, RJ, 2015) – 12 anos
O fim da Geral do Maracanã não é apenas mais uma derrota de um futebol que já não existe mais. É também o reflexo do processo de elitização e exclusão que o Rio de Janeiro vive hoje.

Dia 22/06 (sábado)
__ às 17h
AL-KORA
Dir. Amal Al Muftah (Fic, 2 min, Catar, 2013) – 12 anos
Um garoto joga acidentalmente a bola de futebol por cima de uma parede e não tem certeza de como vai recuperá-la, até que sua irmã chega para o resgate. Mas seu ato de bondade a coloca em apuros.

LOUCURA QUE APAIXONA MINHA CIDADE
Dir. Maximiliano Baldi (Doc, 110 min, Argentina, 2014) – 12 anos
Em apenas três anos, Clube Atlético Talleres deixou de ser um dos melhores times do mundo para jogar a divisão amadora do futebol argentino.

__ às 19h
DEMOCRACIA EM PRETO E BRANCO
Dir. Pedro Asbeg (Doc, 90 min, Brasil, RJ, 2013) – 12 anos
Tendo como pano de fundo a lendária Democracia Corinthiana, o nascimento das bandas de rock brasileiras e a campanha das “Diretas Já”, Democracia em Preto e Branco mostra como o esporte, a política e a música se encontraram para mudar o rumo da história do país.

Dia 23/06 (domingo)
__ às 17h
A BOLA VIAJANTE DE KOYUKI
Dir. Satsuki Okawa (Fic, 17 min, Japão, 2013) – 12 anos
Koyuki decide recriar uma bola de futebol que seu pai tinha assinada por todos os amigos e que fora levada pelo Tsunami. Sua jornada sofre uma reviravolta quando se reconecta com o tio, fanático por futebol.

MARACANÃ
Dir. Sebastián Bednarik, Andrés Varela (Doc, 75 min, Uruguai/Brasil, 2014) – 12 anos
1950. Apenas 5 anos após a Segunda Guerra Mundial, o Brasil organiza a Copa do Mundo de Futebol. O governo promete a vitória. No entanto, minutos antes do apito final da última partida, o capitão da pequena equipe uruguaia destrói a esperança de milhões de brasileiros, transformando sua vida para sempre e, com ela, a identidade de duas nações. Maracanã mostra a maior façanha e a maior tragédia da história do futebol.

__ às 19h
O ROUPEIRO
Dir. Andres Cornejo (Doc, 25 min, Equador, 2017) – 12 anos
Mario Alcocer, conhecido como Junior Toral, trabalha como roupeiro do Independiente Del Valle, do Equador. Junior é tanto um trabalhador dedicado, como um fã apaixonado. Ele acompanha o time nos hotéis, nos campos, nos estádios e preenche os espaços solitários no mundo do futebol, à sombra dos protagonistas do espetáculo.

SABOR DA VITÓRIA
Dir. Víctor Gómez Lizama (Doc, 61 min, Chile, 2007) – 12 anos
Quando o Chile viveu os últimos meses da Unidade Popular comandada pelo Presidente Salvador Allende, Colo-Colo, o time chileno mais popular, disputou a Copa Libertadores de 1973.

Dia 24/06 (segunda-feira)
__ às 17h
BAHÊA MINHA VIDA – O FILME
Dir. Marcio Cavalcante (Doc, 100 min, Brasil, BA, 2011) – 12 anos
Bahêa Minha Vida é um filme sobre a paixão da torcida, sobre sonhos e vida, muita vida, expressa em alegrias e lágrimas, em gritos e silêncios, em desencantos e euforias. Uma verdadeira homenagem à nação tricolor. A grande questão é o porquê de tanto amor. Existe explicação?

__ às 19h – Sessão com debate: futebol feminino, lutas, história e resistência

TAPETE VERDE
Dir. Angelo Martins (Doc, 15 min, Brasil, SP, 2013) – 12 anos
Jovens incentivados pelos pais, inspirados por grandes craques e uma menina que tenta quebrar os paradigmas machistas do esporte em busca do sonho de ser jogadora profissional. A partir da tradicional peneira e da rotina de uma das personagens, a obra discute a motivação dos jovens para entrar no mundo do esporte mais praticado do Brasil.

EU JOGADORA, UM AUTORRETRATO DO FUTEBOL FEMININO NO BRASIL
Dir. Edson de Lima, Cristiano Fukuyama e Luiz Nascimento (Doc, 19 min, Brasil, SP, 2017) – 12 anos
O que pensa a primeira mulher a ter sido técnica da seleção brasileira de futebol feminino? O que sentem duas atletas olímpicas que abriram caminho para atual geração? E quais são os sonhos de duas revelações da modalidade?

MULHERES DO PROGRESSO: MUITO ALÉM DA VÁRZEA
Dir. Jamaikah Santarém (Doc, 15 min, Brasil, SP, 2018) – 12 anos.
A presença feminina no mundo da várzea. A vida das personagens Márcia, Sindy, Tianinha e Sandra, mulheres que vivem em diferentes comunidades de São Paulo e que têm em comum o amor e dedicação pelo futebol de várzea.

*Texto originalmente publicado em CineFoot no dia 03 de junho de 2019.

Artigos

Perdemos… e de goleada

A manhã já estava cinza neste dia 10 de junho, quando nos deparamos com a notícia: o Gilmar Mascarenhas faleceu. Um espanto de: “como assim?” foi inevitável. Ele esteve conosco no Seminário Internacional Copa América, em 10 de abril, e nos deu o prazer de ministrar uma palestra sobre as mudanças proporcionadas às torcidas pelos novos estádios de futebol. Dia 9 de abril, uma chuva torrencial parou a cidade do Rio de Janeiro e todas as nossas palestras tiveram que ser condensadas em apenas um dia: Gilmar, que acabara de voltar de uma viagem dos Estados Unidos, veio até ao LEME, com seu sorriso caraterístico, sabendo que falaria somente por cerca de 20 minutos.

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Nossa singela e sentida homenagem ao mestre e pesquisador Gilmar Mascarenhas.

Generosidade – talvez seja essa uma das palavras que mais definem Gilmar em seu trabalho como educador e pesquisador. A sua tabelinha com Ronaldo Helal, coordenador deste grupo de pesquisa, já ultrapassava 20 anos. Foram incontáveis as bancas que estiveram juntos, trocando experiências e deixando um pouquinho de si em cada dica e orientação.

Gilmar estava indo para um trabalho de campo de geografia urbana, em sua bicicleta – há tempos tinha abandonado o carro e se propunha à experiência de “sentir” a cidade -, quando foi atingido por um ônibus.

A tragédia fez com que cerca de 20 orientandos, amigos, colegas, filhos e netos perdessem a convivência deste “cara” que a partir do seu amor ao Botafogo, desde cedo, virou gente grande, se consagrando um dos maiores pesquisadores do país quando o assunto é futebol. Gilmar pesquisava o futebol de dentro dos estádios, estava nas torcidas, lidando com as pessoas, tentando explicar o porquê deste fenômeno ser capaz de unir tantas multidões.

Poderíamos ficar linhas e linhas tentando descrever quem foi e o que fez Gilmar Mascarenhas. Mas não seria o suficiente para dar conta do seu legado, palavra que, aliás, vimos diversas vezes repetida e problematizada em seus trabalhos sobre os megaeventos esportivos. Preconizou de forma antecipada – sem nenhum tipo de pretensão profética, senão pelo seu compromisso com a realidade e com sua veia crítica –  os impactos negativos hoje visíveis dessas empreitadas megalômanas.

Adotava uma abordagem muito especial sobre o futebol, provocando a reflexão sobre os estádios como parte das complexas dinâmicas do universo urbano, onde o poder do dinheiro e do Estado está sempre em confronto com as formas criativas de se recriar a vida cotidiana. Entusiasta da cultura e das festas populares, enxergava a carnavalização das arquibancadas como uma forma de se disputar os sentidos desse espaço, reivindicando reflexões filosóficas que ninguém jamais havia tentando trazer para o futebol  – a exemplo das ideias das táticas de apropriação dos torcedores e do “espaço vivido” na produção social dos estádios, que tanto ressaltou em sua obra.

Essa criatividade intelectual, coerente e inovadora – ao estilo dos craques que jogam para cima, mas não se furtam de ousar, como um Garrincha, gênio do seu amado Botafogo – rendeu a Gilmar Mascarenhas a admiração e respeito do amplo campo transdisciplinar dos estudos de futebol no Brasil. Prestígio que o levou a eventos em todo o mundo, em viagens nas quais dedicava grandes porções de tempo para fazer as duas coisas que mais amava: frequentar estádios de futebol, e observar a vida com a proeza do grande pensador social que era.

Essa inquieta inventividade se transformou em uma produtiva e instigante obra de vida, cuja escrita poética e agradável, sem dúvidas, ainda influenciará diversas futuras gerações de pesquisadores e pesquisadoras. Legado, esse sim, real e concreto, que nós do Laboratório de Estudos de Mídia e Esporte faremos questão de manter vivo, guardando acesa a chama de um pensador apaixonado pelo que fazia e pelo que estudava.

 

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LEME divulga XIII Encontro Regional Sudeste de História Oral*

O Laboratório de Estudos em Mídia e Esporte (LEME/UERJ) convida todos para o XIII Encontro Regional Sudeste de História Oral, com o tema “Narrativas de (re) existências: corpo-oralidades, antirracismo e edução”. O evento acontecerá do dia 25 a 27 de setembro de 2019, na Faculdade de educação – UFRJ. Cronograma 01/04/19 a 10/05/2019 – Envio de… Continuar lendo LEME divulga XIII Encontro Regional Sudeste de História Oral*

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