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Semana de História da UERJ abre espaço para trabalhos sobre esporte

A décima segunda edição da Semana de História Política da UERJ, que acontecerá entre os dias 02 e 06 de outubro, já está com inscrições abertas para receber resumos de trabalhos para serem analisados. Neste ano busca-se, como um ato de resistência, continuar promovendo a pesquisa histórica, bem como o diálogo e aproximações entre pesquisadores com estudos que envolvam abordagens teórico-metodológicas no âmbito da História Política, sem deixar de lado também suas conexões com a História Social e Cultural.

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Presente nas últimas edições, o Simpósio Temático “História e Esporte” faz parte da programação dos organizadores para este ano, sendo organizado por Álvaro do Cabo, integrante do Grupo de Pesquisa “Comunicação e Esporte”, e pelo professor Élcio Cornelsen, da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Pesquisadores em esportes poderão enviar os resumos até o dia 25 de agosto e o pagamento da taxa de inscrição, de R$ 50, deve ser feita impreterivelmente até o dia 31 de agosto.

O projeto visa fomentar o debate acadêmico entre pesquisadores, tendo o intuito de divulgar a produção historiográfica dos interessados e promover o intercâmbio de ideias, profissionais (discentes e docentes) e instituições, contribuindo para a solidificação dos Programas de Pós-Graduação no Brasil.

Dentro de seu espírito de renovação e incentivo aos novos pesquisadores, a XII Semana História Política, mesmo no difícil momento pelo qual passa a UERJ, busca realizar um evento de qualidade e importância no meio acadêmico. Serão oferecidas mesas para apresentações de trabalhos de pesquisa de graduados e graduandos, convidando-os a contribuir com a qualidade alcançada no evento nas edições anteriores através das apresentações e publicações de trabalhos completos em nosso anais.

O evento realiza-se nas dependências da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, no campus Maracanã, sob a direção de uma Comissão Organizadora, composta por discentes do Programa, que se liga à Coordenação da Pós-Graduação em História da universidade. A Semana de História impulsiona pesquisadores de diversos Programas do estado, e também do país, a produzir e movimentar seus conhecimentos, permitindo-os ganhar visibilidade, ampliar a temática e trocar experiências.

Mais informações sobre a programação em semanahistoriauerj.net

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O já eterno debate entre Pelé e Maradona é ainda mais amplo na Academia

As comparações entre Pelé e Maradona serão eternas, pelo que esses craques representaram dentro e fora de campo. Para a academia essas comparações precisar ir além dos “lugares comuns”, e incorporar conceitos políticos, de identidade e representação de Brasil e Argentina. É o que conta, neste vídeo, um dos coordenadores do Grupo de pesquisa “Comunicação… Continuar lendo O já eterno debate entre Pelé e Maradona é ainda mais amplo na Academia

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“Ritos da Nação” e a cultura do torcer em Copas do Mundo

Daqui a menos de um ano, as emoções da Copa do Mundo nos proporcionarão imagens como as do mini-documentário produzido, em 2006, pelo antropólogo Édison Gastaldo, membro do Grupo de pesquisa “Comunicação e Esporte”. Neste trabalho, Gastaldo mostra, de forma sucinta e objetiva, como o mundial de futebol interfere na nossa cultura sobre vários aspectos durante os 30 dias de jogos

Quatro equipes de filmagem captaram os ritos de interação e expressões da torcida brasileira enquanto acompanhava as partidas da Copa do Mundo de 2006 em bares, restaurantes, praças e outros locais públicos. “Ritos da Nação” sintetiza o “Brasil parado em frente à tela de tv” e a cultura de futebol que é apropriada pela moda, pelo mercado e pelas instituições.

Com a melhora do rendimento da seleção brasileira em campo, a partir do momento em que Tite passou a comandá-la, o ânimo do torcedor passou a ser mais otimista quanto à conquista do hexacampeonato na Rússia. No entanto, em meio à crise identitária do país e a instrumentalização da camisa “amarelinha” para fins políticos para lá de questionáveis em algumas manifestações de rua, como o próprio Édison Gastaldo já ressaltou em entrevista para o blog “Comunicação, Esporte e Cultura”, será que essa tradição de torcer ganhará novos contornos? Ou a paixão pelo futebol brasileiro e o interesse, em tese, comum pelo título atenuará, pelo menos durante um mês de bola rolando,  polarização que tanto prejudica nosso projeto de país e sociedade modernos?

Essa dúvida já é capaz de suscitar inúmeras pesquisas feitas por especialistas e entusiastas sobre o tema na Academia.

Confira abaixo o documentário “Ritos da Nação:

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Exposição “Relíquias do Futebol” movimenta o Maracanã em meio à escassez de jogos.

Nada melhor que ter o maior palco do esporte mundial como cenário para relembrar a história do futebol. No último sábado, colecionadores – entre eles alguns que participaram das gravações do documentário “Segunda Pele Futebol Clube”, produzido pelo LEME – e fanáticos por futebol se reuniram no Maracanã para prestigiar a exposição “Relíquias do Futebol”. Organizado pelo Tour Maracanã em parceria com a Associação de Colecionadores de Camisas de Futebol do Rio de Janeiro (ACCFRJ), o evento possibilitou ao público ver de perto camisas de craques dos clubes do Rio, do Brasil, do exterior e estrangeiros, da seleção Brasileira e de outras seleções campeãs mundiais, além de taças, medalhas e bolas.

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O Maracanã vive um imbróglio administrativo cujo desfecho está longe de ser resolvido para que o estádio volte a ter um calendário de jogos e receba as coloridas torcidas dos clubes brasileiros e, em especial, do Rio de Janeiro. Enquanto o “Maraca” não volta a ser nosso, eventos como o do último sábado atraem público e trazem vida ao “maior do mundo”. Para Paulo Pires, presidente da ACCFRJ e um dos organizadores da exposição, é importante o Maracanã se autoafirmar como um local que respire história:

“O próprio Maracanã, em sua parte histórica de exposição, ainda precisa ter mais e mais itens que contem a glória do futebol, e esses itens, muitas vezes, estão nas mãos de colecionadores. E os colecionadores gostam de expor nossas peças, então nada melhor do que fazer uma exposição desse porte dentro do maior estádio do mundo”.

Mário Carvalho, organizador da exposição do último sábado e representante da “Inova Gestão de Eventos”, empresa responsável por gerenciar o Tour Maracanã, planeja novas atrações para a visitação, que voltou em junho após um ano de paralisação.

“Pensamos em fazer eventos privados, como aniversários de clubes, datas comemorativas de títulos, mas também outros eventos abertos. Em agosto, pretendemos fazer um campeonato de futebol de botão, com a presença de jogadores amadores e profissionais”.

No período entre as gravações do documentário “Segunda Pele Futebol Clube” e a exposição, alguns colecionadores, como o flamenguista Vitor Eidelman e o vascaíno Paulo Pires, conseguiram expandir suas coleções, adquirindo as camisas mais desejadas por eles e que, até então, não faziam parte de seus respectivos acervos. Vitor agora possui a camisa branca do Flamengo usada na final do Mundial de Clubes de 1981, contra o Liverpool; camisa de um dos próprios jogadores que estavam em campo naquela decisão: Lico. Já Paulo pode se orgulhar de possuir em sua coleção a rara e polêmica camisa vascaína da final da Copa João Havelange de 2000, marcada pelo embate entre duas das maiores emissoras de TV do país: a Rede Globo e o SBT.

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Vitor com seu novo xodó, a camisa utilizada por Lico na final do Mundial de Clubes de 1981, no Japão. Foto: Débora Gauziski
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Com sorriso estampado no rosto, Paulo posa ao lado da camisa da conquista da Copa João Havelange obtida na semana da exposição que ocorreu n Maracanã. Foto: Débora Gauziski

Apesar da concorrência muitas vezes acirrada entre colecionadores por uma camisa ou outro item raro relacionado ao futebol, o maior legado desses fanáticos por futebol são a paixão, o zelo com a história e transmissão desses sentimentos para as próximas gerações. Os tricolores Márcio e Maurício passaram a paixão pelos seus clubes e pelo colecionismo aos filhos, uma garantia de que a história do futebol mais vitorioso do planeta não se perderá.

“Ontem, eu fiquei acordado até tarde ajudando meu pai e queria que ele levasse mais camisas ainda porque de carro dá pra levar mais coisa… e quase que meu pai afundou a mala do carro”, disse Lucas, filho do Maurício, que levou cerca de 140 camisas do Fluminense ao Maracanã no último sábado, entre as quais estava a usada por Fred quando marcou o gol número 300 de sua carreira, em vitória do tricolor por 2 a 1 contra o Botafogo, em abril de 2015.

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Lucas segue os passos do pai, Maurício, e quer ter uma coleção própria. Foto: Débora Gauziski
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Para Eduardo e Frederico, a maior alegria é ir ao Maracanã com o pai, Márcio, para ver o Fluminense em campo. Foto: Débora Gauziski
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Maracanã recebe exposição de itens históricos do futebol no próximo sábado

A Associação de Colecionadores de Camisas de Futebol do RJ (ACCFRJ) realizará, no próximo sábado (15/07), a exposição “Relíquias do Futebol” no Estádio do Maracanã. Itens como camisas de times, bolas, faixas, chuteiras, revistas históricas e troféus estarão à mostra para o público curtir com nostalgia grandes momentos do esporte mais popular da Terra. Os colecionadores que participaram das gravações do documentário “Segunda Pele Futebol Clube”, produzido pelo LEME, estarão presentes.

 

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Para conferir a exposição, é preciso comprar entrada do Tour Maracanã para o dia 15 de Julho, especificamente. O evento será realizado entre 9h e 17h no espaço do corredor na saída dos jogadores para o campo, onde passa o tour, que volta a ser uma atração no Maracanã após 1 ano sem realização em decorrência da preparação do estádio para os Jogos Olímpicos e ao imbróglio envolvendo sua gestão.

A entrada do Tour Maracanã custa a partir de R$ 27,50 e pode ser adquirida aqui

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Debate sobre o legado de João Saldanha e da crônica esportiva acontece nesta terça.

Na terça, dia 4, a partir das 9h, na Associação Brasileira de Imprensa (ABI), acontecerá uma série de mesas-redondas sobre o legado de João Saldanha, o “João Sem Medo”, e da crônica esportiva, gênero em que o escritor e técnico dá seleção brasileira entre fevereiro de 1969 e março de 1970, foi expoente, ao lado… Continuar lendo Debate sobre o legado de João Saldanha e da crônica esportiva acontece nesta terça.

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Jamil Chade e o futuro da FIFA

Em 27 de maio de 2015, o futebol sofreu o seu maior abalo. Os principais dirigentes da FIFA, acusados de corrução foram presos na Suíça, onde se reuniam para o congresso anual da entidade. Dois anos depois, mudanças aconteceram na FIFA, mas elas foram realmente capazes de fazer o jogo ser mais limpo? As denúncias… Continuar lendo Jamil Chade e o futuro da FIFA

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