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Imprensa e futebol-arte: as narrativas da nossa “essência” futebolística

Em dezembro de 2014, defendi minha dissertação de Mestrado com orientação do professor Ronaldo Helal e que procurava refletir sobre a construção da ideia de que temos um estilo de futebol singular, baseado no talento de nossos atletas. Ampliamos a pesquisa, que inicialmente se limitou as Copas de 1970, 1982, 1982 e 1994, até a… Continuar lendo Imprensa e futebol-arte: as narrativas da nossa “essência” futebolística

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Seleção ainda emociona… menos a nossa

Messi chorando por conta de mais um vice e a falha nos pênaltis. Torcida da Islândia enlouquecida comemorando junto com os jogadores e fazendo história na Eurocopa. Para o bem ou para o mal, a ideia de nação associada ao esporte ainda mexe com o imaginário tanto de torcedores como de jogadores. Essa simbiose foi… Continuar lendo Seleção ainda emociona… menos a nossa

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Futebol e política: a representação da culpa única no Brasil

“Se não estiver bom a gente tira!” Essa frase permeia as discussões futebolísticas sobre os técnicos de futebol. Ela procura um determinismo, esquece-se de olhar toda a estrutura do clube: finanças, jogadores e atribui a “culpa” apenas a uma pessoa. A representação do treinador nas narrativas jornalísticas, em grande medida, é pautada por essa ótica.… Continuar lendo Futebol e política: a representação da culpa única no Brasil

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Uma proposta radical, mas necessária

A eleição realizada na última segunda, 7 de dezembro, no clube mais popular do Brasil foi pautada nas narrativas midiáticas pela escolha de dois treinadores: Muricy Ramalho e Jorge Sampaoli. Obviamente que embates políticos estavam em disputas e, além disso, os sentidos que cada treinador proporciona no cenário futebolístico. “Campeão”, “competente”, “adepto de futebol bonito” são… Continuar lendo Uma proposta radical, mas necessária

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“Somos 200 milhões de técnicos”

Constantemente o futebol brasileiro é tido como “único”, “mágico” e “artista” pela mídia. Esta construção se iniciou nos anos 1930 quando uma identidade nacional era edificada e o esporte bretão, grande mobilizador das massas, se incorporou à representação do que viria a ser o nacional. Mais do que plantar o embrião do país do futebol,… Continuar lendo “Somos 200 milhões de técnicos”

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Maracanazzo, Imprensa e “vira-latas”

16 de julho de 1950, 16 horas e 25 minutos, o Brasil se cala com o gol de Schiaffino. Era o empate uruguaio, que ainda nos permitia ser campeões, mas foi sentido de forma dura pelos jogadores e pela torcida, que ficou muda. Nos treze minutos seguintes as pessoas que lotaram o Maracanã, os jogadores… Continuar lendo Maracanazzo, Imprensa e “vira-latas”

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“Não há palavras para descrever o gol de Zico”

Em uma das narrações mais marcantes da história do Jornalismo Esportivo, Luciano do Valle conseguiu descrever o que sentimos ao presenciar uma jogada maravilhosa. Muitas vezes faltam palavras e a única saída é o elogio exacerbado. O esporte nos proporciona isso como Gumbrecht afirmou no livro Elogio da Beleza Atlética(2007). Lidar com a emoção e… Continuar lendo “Não há palavras para descrever o gol de Zico”

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Ídolos, Mitos e Marcas

9 de fevereiro de 2014. O atacante corre para a bola, chuta e faz o gol. Um gesto comum nos milhares de campos de futebol no Brasil, principalmente aos domingos. Entretanto, para Túlio Humberto Ferreira Costa, o popular Túlio Maravilha, foi o maior feito de sua carreira. O irreverente atacante perseguia uma marca histórica: fazer… Continuar lendo Ídolos, Mitos e Marcas

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Parabéns, vovô Garrincha

18 de outubro de 2013. Há exatos 80 anos nascia em Pau Grande, distrito de Magé-Rj, um dos maiores jogadores de futebol que o mundo já conheceu. Se estivesse vivo, o “vovô” Garrincha estaria feliz com a forma que a mídia o tratou? Garrincha morreu muito novo, aos 49 anos vítima do alcoolismo. Na sua… Continuar lendo Parabéns, vovô Garrincha

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A Copa do Mundo e a memória esportiva nacional

Ele foi um dos maiores jogadores que o futebol mundial já produziu. Com seu drible fácil e “sempre para o mesmo lado” desmontou defesas do mundo inteiro. Ajudou, e muito, na construção da um suposto jeito tipicamente brasileiro de jogar futebol: com dribles, floreios e ginga. Faz até hoje os torcedores relembrarem e narrarem para… Continuar lendo A Copa do Mundo e a memória esportiva nacional

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