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Será que podemos torcer e jogar futebol como mulheres?

Nesta semana de Dia Internacional da Mulher, ter espaço para falar no blog do Leme me leva a um lugar não apenas de pesquisadora, mas de mulher e de torcedora.  Por, desde pequenas, gostarmos de futebol, temos nosso cotidiano repleto de violências simbólicas. Nossas opiniões são, constantemente, invisibilizadas e colocadas em cheque; nosso amor questionado; nossos corpos, trajados com as camisas dos clubes, sexualizados nas ruas e nos estádios.

Durante minha pesquisa de mestrado, realizada por meio da metodologia de pesquisa-ação, no Colégio Estadual Dom Walmor (Nova Iguaçu), pude perceber o quanto o universo de meninos e meninas, quando tratamos de futebol, ainda é tão diferente. Aproveito a oportunidade para abordar parte do meu trabalho e, de certa forma, tentar contribuir para a reflexão sobre o tema.

“Minha mãe não me deixava jogar futebol, queria que eu fizesse balé, fiz sete anos e não gostava” – a fala da entrevistada, de 17 anos, durante a pesquisa, nos buscou a tentar entender o porquê de uma mulher jogar futebol ainda ser carregado de preconceito. Recorreremos a um breve entendimento das diferenciações do que é pertencente ao gênero masculino e do feminino na sociedade.

Desde a infância, ainda é comum meninas ganharem brinquedos como kits de cozinha e bebês que necessitam passar por cuidados, enquanto homens ganham bolas de futebol, carrinhos e uniformes de clubes. Sendo assim, desde pequenos há um processo de diferenciação daquilo que é considerado como apropriado ao universo de homens e de mulheres. Como explica Faria (2009), no esporte, a generificação – expressa na distinção de modalidades femininas e masculinas e nas relações que envolvem a prática – é constituinte.  Corroborando com Dagmar Meyer observamos que:

O conceito de gênero engloba todas as formas de construção social, cultural e linguística implicadas com os processos que diferenciam mulheres de homens, incluindo aqueles processos que produzem seus corpos, distinguindo-os e separando-os como corpos dotados de sexo, gênero e sexualidade. O conceito de gênero privilegia, exatamente, o exame dos processos de construção dessas distinções biológicas, comportamentais ou psíquicas percebidas entre homens e mulheres; por isso, ele nos afasta de abordagens que tendem a focalizar apenas os papéis e funções de mulheres e homens para aproximar-nos de abordagens muito mais amplas, que nos levam a considerar que as próprias instituições, os símbolos, as normas, os conhecimentos, as leis e políticas de uma sociedade são constituídas e atravessadas por representações e pressupostos de feminino e masculino e, ao mesmo tempo, produzem e/ou ressignificam essas representações (MEYER, p. 16, 2003).

Sendo assim, nossa entrevistada ter praticado sete anos de balé, mesmo querendo jogar futebol, poderia estar sinalizando o quanto os conceitos de gênero e dos símbolos (balé para mulheres, futebol para homens) estão cristalizados na sociedade. Além disso, a entrevistada nos contou que, quando criança, ganhou festa da Barbie, enquanto o irmão teve, por duas ocasiões, festa do Flamengo. Esta generificação também pode ser encontrada na própria escola, onde professores encontram dificuldades para montarem times de mulheres de diversas modalidades, como o futebol, por exemplo.

Nas aulas de Educação Física não tem time feminino. São poucas as meninas que jogam, na minha sala só três jogam. As meninas não sabem nem correr direito, não tem nem como elas jogarem bola. Eu sei correr porque na escola onde eu estudava, no Fundamental, eu era estimulada, tinha campeonato de futebol feminino, minha turma era muito organizada e eu comecei a jogar no segundo ano do Ensino Fundamental. A escola incentivou desde o começo. (ENTREVISTADA. Entrevista concedida à Carol Fontenelle. Nova Iguaçu, 16 ago. 2019).

O fato da entrevistada relatar que muitas mulheres na escola não sabem correr e ela se sentir diferenciada, passa pelo processo de aprendizado na escola que ela estudou anteriormente e lá pôde desenvolver essa habilidade. Sendo assim, podemos suspeitar que a prática de desenvolvimento do corpo da mulher para jogar futebol não foi explorada nas outras escolas que as demais meninas passaram, já que é tarefa difícil para o professor de Educação Física respeitar as diferenças entre meninos e meninas e ao mesmo tempo proporcionar que ambos tenham o desenvolvimento de suas capacidades motoras de forma igualitária. É bem provável que isto tenha ocorrido também pelas construções sociais que durante muito tempo tiveram apoio de teorias biológicas do corpo da mulher[1], a exemplo de sua fraqueza para realização de atividades físicas, e que muitos professores possam estar ainda presos a estas amarras da própria cultura. Como aponta Daolio (1997), as diferenças motoras entre meninos e meninas, são, em grande parte, construídas culturalmente e, portanto, não são naturais, no sentido de serem determinadas biologicamente e, consequentemente, irreversíveis.

Fonte: unidadedofutebol.com.br

Devemos levar em consideração, que, como explica Judith Butler (2003), o “corpo” aparece como um meio passivo sobre o qual se inscrevem significados culturais. Dessa forma, podemos inferir que utilizar da Ciência para justificar o fato da mulher não poder realizar determinadas práticas esportivas é usar o corpo dentro de um significado cultural já estabelecido.

Vale contar que, em 1941, é promulgado o decreto-lei n. 3.199, que até o ano de 1975 estabeleceu as bases de Organização dos Desportos em todo o país. O artigo 54 faz referências à prática do esporte pelas mulheres.  “Às mulheres não se permitirá a prática de desportos incompatíveis com as condições de sua natureza, devendo, para este efeito, o Conselho Nacional de Desportos (CND) baixar as necessárias instruções às entidades desportivas do país”. Ainda em 1941[2], o general Newton Cavalcanti apresentou ao CND algumas instruções que considerava necessárias para a regulamentação da prática dos esportes femininos. Com a afirmativa de que lutas, futebol, rugby, water-polo e pólo são esportes violentos, as mulheres foram proibidas de realizar estas práticas esportivas. Em 1965, um outro parecer da CND deu instruções às entidades desportivas sobre a prática de esportes pelas mulheres, englobando não somente o futebol de campo, mas também o de salão e o de praia[3].

Além da ideia de que o corpo feminino era frágil para executar tais atividades físicas, havia uma preocupação com a masculinização do corpo da mulher e com a redução de sua fertilidade, afinal, ela deveria ter como função principal procriar. Mas podemos inferir também que a mulher não era aceita em um ambiente constituído socialmente como masculino.

Além do machismo e do moralismo que essas ditas preocupações com o bem-estar das brasileiras não conseguem esconder, elas revelam que, na verdade, o grande problema dizia respeito não ao futebol em si, mas justamente à subversão de papéis promovida pelas jovens que o praticavam, uma vez que elas estariam abandonando suas “funções naturais” para invadirem o espaço dos homens. Não por acaso, o foco do debate centrava-se nos usos que as mulheres faziam de seu próprio corpo, daí derivando-se o tema da maternidade (FRANZINI, 2005, p.321).

Apesar da proibição, muitas mulheres realizavam a prática esportiva clandestinamente. Eram consideradas grosseiras e sem classe. Já as mulheres da elite, assistiam aos jogos, pois o esporte foi um evento na sociedade, até 1920. Em 1979, as mulheres passaram a ter o direito de praticar o futebol[4], mas o esporte não foi federado, ou seja, o CND ainda não havia oficializado a prática, o que só vai acontecer em 1983[5].

Apesar dos 40 anos de aprovação da lei, mulheres continuam sofrendo preconceitos durante a prática esportiva, como aponta nossa entrevistada:

Eu jogo sempre futebol com os meninos na quadra da escola. Eles jogam a bola forte, não aliviam não. Só um aluno tinha preconceito comigo, disse que meninas não podiam jogar futebol porque eles queriam jogar sério. Só que a gente também estava jogando sério. E falei para ele: tá incomodado, se retira que a gente não vai sair daqui não (ENTREVISTADA. Entrevista concedida à Carol Fontenelle. Nova Iguaçu, 16 ago. 2019).

Assim sendo, segundo o colega da entrevistada, jogar sério é para homens. Como explica Busso e Daolio (2011), jogar com meninas representa para meninos submeterem-se a uma condição de nível inferior em relação à “rapidez, velocidade e força” de seus jogos. Corroborando Fernandes Soares, Mourão, Chagas Monteiro e Silva dos Santos (2016), no contexto específico do futebol, a teia de significados generificada é materializada em condutas viris, como agressividade controlada, controle da dor, protagonismo nas competições, robustez corporal evidenciada nos formatos dos corpos, força, agilidade, técnicas corporais adequadas ao desempenho esportivo, superação dos oponentes, liderança, controle das emoções, supressão do choro, heterossexualidade compulsória e heteronormatividade[6].

Sendo assim, ainda de acordo com a afirmação da entrevistada, jogar sério, é como se os meninos tivessem que jogar com mais cuidado, menos vontade, devido à presença de uma mulher, porque ali é um espaço para homens e ela poderia se machucar. Esta atribuição de não ser igual entre si no saber jogar está sustentada em aprendizagens de meninas e meninos fora da escola e passar por preconceitos como este podem fazer com que até meninas que gostariam de jogar, sequer tentem realizar esta prática esportiva.

Como afirma Goellner (2000), criado, modificado, praticado, comentado e dirigido por homens, o futebol parece pertencer ao gênero masculino, como parece também ser seu o domínio de julgamento de quem pode/deve praticá-lo ou não. É quase como se à mulher coubesse a necessidade de autorização masculina para tal. No caso de nossa entrevistada, ela sabe que não precisa da autorização de ninguém. A quadra é dos alunos e ela joga o que quiser, porque tem o entendimento que não há distinção do seu corpo e dos corpos dos meninos na prática esportiva.

Ser frágil e, portanto, não apta a jogar futebol não foi o único preconceito sofrido pela entrevistada. Primeiramente, vale ressaltar que, quando indagada sobre se teria sofrido preconceito, ela afirmou que não. Sendo assim, perguntamos se ela nunca recebeu críticas por jogar futebol e novos elementos foram revelados:

Alguns meninos da minha rua acham que quem gosta de futebol é sapatão, não os que cresceram junto comigo. Mas, mesmo assim, eu jogo futebol com eles na rua. Jogo na escola, na rua, em qualquer lugar. Me chamam e eu vou. Eu jogo na lateral e os meninos me chamam pela internet para ir jogar (ENTREVISTADA. Entrevista concedida à Carol Fontenelle. Nova Iguaçu, 16 ago. 2019).

Outrossim, podemos ainda inferir que, mesmo incomodada com o fato de colocarem a sua sexualidade à prova, jogar futebol é mais importante que talvez discutir para que não a rotulem, já que parece que existe um corpo ideal para a prática de futebol e que ainda há regras de comportamento e beleza que determinam o que é típico do “masculino” e do “feminino”. Como conta Pisani (2018), em seu trabalho de campo para o doutorado em Antropologia Social, pela Universidade de São Paulo, as jogadoras são vítimas de comentários repletos de preconceito, nos quais há a utilização de adjetivos pejorativos que as comparam com homens, desqualificando-as:

Acompanhava, no ano de 2014, um campeonato de futebol de mulheres no qual a ASAPE[7] participava. Na partida que valia vaga para as semifinais, me deparei com uma atleta da equipe adversária que raspara os cabelos. Aproximei-me dessa jogadora antes mesmo de a partida iniciar, perguntando-lhe se poderia tirar uma fotografia dela, pois havia adorado o seu corte de cabelo, e a experiência em campo me dizia que ela também seria alvo de comentários ao longo da partida. Assim que Sofia entrou em campo, quatro homens se aproximaram da grade e começaram a gritar para ela: “É muito macho para ser mulher”; “machona, sapatão” (PISANI, 2018, p. 161).

Fonte: cbf.com.br

Apesar do preconceito, parece que há uma tendência na mídia de veiculação de notícias mais amenas em relação às mulheres na prática do futebol profissional. Em 2019, a TV Globo transmitiu a Copa do Mundo e a seleção brasileira foi desclassificada nas oitavas de final. Não obstante ao desempenho ruim, as jogadoras foram, por muitas vezes, valorizadas durante a transmissão que contou ainda com música tema da Copa, na qual podemos ver o refrão: “Qual é, qual é? / Futebol não é pra mulher?/ Eu vou mostrar pra você, mané. / Joga a bola no meu pé”[8]. A música de Cacau Fernandes (jogadora em atividade) e Gabi Kivitz, (ex-atleta), tal qual o comportamento de nossa entrevistada, sobressaem como tentativas de quebras de preconceito na prática. Por sua vez, a narrativa da TV Globo pode ainda contribuir como mais uma “voz” nesta luta de igualdade de direitos. Vale destacar que, de forma geral, houve mudança narrativa das mídias tradicionais, que parecem ter descoberto o talento das jogadoras brasileiras, como conta a professora Leda Costa (2014):

O talento atribuído às jogadoras é um fator relevante na imprensa brasileira, no tocante à Seleção feminina e, principalmente quando se trata de Marta. Além disso, exaltar a habilidade das jogadoras demonstra que o preconceito contra atletas do sexo feminino tem perdido terreno desde a descoberta que as mulheres também são capazes de produzir um grande espetáculo de futebol em campo.[9] (COSTA, 2013, p. 87, tradução nossa).

Podemos ainda dizer que a maior visibilidade das mulheres no futebol – em grande parte por esta “descoberta de talento” – contribuiu para que fossem criados produtos esportivos e licenciados com as marcas dos clubes específicos para elas, como: vestidos, camisas femininas, tops, chinelos, tênis e regatas. Afinal, agora as mulheres podem ver, na mídia com maior regularidade, outras mulheres utilizando roupas de clubes e se sentirem incluídas nesta possibilidade de consumo. Apesar disso, elas continuam não sendo atravessadas pelo consumo do futebol da mesma maneira que os homens. Primeiramente, porque, como já relatado, elas, em grande parte, não são ensinadas a gostar do futebol desde cedo e, da mesma forma que o talento está sendo descoberto pela mídia, elas estão despertando para o consumo deste esporte.

Por mais que as mulheres tenham interesse pelo futebol, acreditamos que ele é um interesse em construção, pois a tendência é, com a realização de campeonatos de mulheres e veiculação dos jogos na TV, algumas meninas percebam que futebol é assunto para elas, seja na prática ou no consumo. Afinal, como explica Lovisolo (2001), o preconceito se instala quando a crença perdeu suas razões, mas se sustenta num processo circular de repetição que, geralmente, envolve a reiteração da própria emoção que suscita o rememorar e falar sobre a crença. Ainda segundo o autor, para modificar uma crença, transformada em preconceito, é necessário muito trabalho. Podemos dizer, assim, que a escola pode colaborar para que estas crenças e preconceitos sejam minorados.

Como pudemos observar, a entrevistada precisa passar por muitos obstáculos para praticar futebol: família, escola, grupo de amigos – todos apresentaram preconceito, indo contra a sua prática. Talvez, se estimulada, pudesse, quem sabe, ter seguido a carreira de atleta, mas, diante de tantas intempéries, seu caminho parece ser outro: “Já pensei em seguir carreira jogando bola quando eu era pequena. Agora quero terminar o meu curso de Enfermagem e depois fazer faculdade de Direito, quero ser delegada”, conta.

Assim, podemos dizer ainda que a escola pode ser um dos lugares a começar a quebrar paradigmas do que é socialmente construído somente para mulheres ou somente para homens, bem como estimular meninas a seguirem seus sonhos, mesmo sabendo das dificuldades. Afinal, como afirmam Furlan e Lessa dos Santos (2008), o esporte, muitas vezes, se traduz como importante elemento da visibilidade da mulher e da sociedade, já que muitos são os nomes que se destacaram como talentos esportivos resultantes das lutas ao longo de anos por conquistas no espaço marcadamente masculino. Ainda segundo as autoras, as políticas de incentivo ao esporte feminino ainda são menores que para o masculino, sendo mais evidente no caso do futebol.

Notas de Rodapé

[1] Para entender um pouco mais sobre a história social do corpo das mulheres, ler: PERROT, Michelle. Os silêncios do corpo da mulher. In: MATOS, Maria Izilda Santos de; SOIHET, Rachel. O corpo feminino em debate. São Paulo: Editora UNESP, 2003.

[2] Para mais informações ler: <https://www2.camara.leg.br/legin/fed/declei/1940-1949/decreto-lei-3199-14-abril-1941-413238-publicacaooriginal-1-pe.html>.

[3] Para mais informações ler: <http://cev.org.br/biblioteca/deliberacao-n-7-2-agosto-1965/>.

[4] Para detalhes, ler: GOELLNER, Silvana Vilodre. Mulheres e futebol no Brasil: entre sombras e visibilidades. Revista brasileira de Educação Física e Esporte, v.19, n. 2, São Paulo, jun. 2005, p.143-151.

[5] Para saber mais informações, ler: SOUZA, Maria Thereza Oliveira. Da visão que eu tenho, do que eu vivi, não sei muito no que acreditar, atletas da seleção brasileira feminina e as memórias de um futebol desamparado. 2017. Dissertação (Mestrado em Educação Física) – Universidade Federal do Paraná, Setor de Ciências Biológicas. Programa de pós-graduação em Educação Física. Paraná.

[6] Para mais informações ler: LOURO, Guacira Lopes. Heteronormatividade e homofobia. In: JUNQUEIRA, Rogério Diniz (Org.). Diversidade sexual na educação: problematizações sobre homofobia nas escolas. Brasília: Ministério da Educação/UNESCO, 2009.

[7] ASAPE refere-se à Associação Atlética Pró-Esporte, agremiação dedicada à prática do futebol de mulheres, localizada em Guaianases, São Paulo.

[8] A letra completa da música pode ser encontrada em: MENDONÇA, Renata. Jogadoras lançam ‘pagode do futebol feminino’ para embalar mulheres na Copa. Disponível em: <https://dibradoras.blogosfera.uol.com.br/2019/06/06/jogadoras-lancam-pagode-do-futebol-feminino-para-embalar-mulheres-na-copa/>. Acesso em: 16 jan. 2020.

[9] O texto em língua estrangeira é: The talent attributed to the players is a relevant fator in the Brazilian press’, representation of the women´s national team, and especially Marta. What is more, exalting the players´skill demonstrates that prejudice against female athletes has lost ground since the discovery that women are also capable of producing a great soccer spectable on the field.

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