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O país do futebol e o confronto entre O Rei Pelé e o Pibe Maradona?

*Esse texto é uma versão estendida e modificada do post publicado ontem.

Após a publicação do post “Porque os brasileiros torcem pela Alemanha” no dia 13 de julho, recebi vários comentários críticos, algum deles colocados no próprio blog, entre eles de pessoas que aprecio em termos pessoais e intelectuais. Apenas posso manifestar meu apreço incorporando seus comentários em minhas “especulações” provisórias, pois os conflitos com a Argentina se perdem na história de suas relações com os brasileiros. Trata-se principalmente de adensar a discussão sobre o torcer argentino e brasileiro.

Os comentários mais recorrentes e numerosos apontavam razões, talvez justificações, para o “torcer contra a Argentina”: os argentinos são mal educados, os argentinos nos invadiram, os argentinos sujam a cidade e andam sujos, os argentinos zoavam dos brasileiros (o que foi exacerbado após a derrota para Alemanha). E, por último e muito repetido, os argentinos são insuportáveis em sua mania de defender a Maradona como melhor que Pelé. Os brasileiros não reconhecem como também defendem Pelé e como zoam dos argentinos, sobretudo, nas propagandas veiculadas na televisão que zombam do próprio Maradona.[1] Não sei de nenhuma publicidade argentina na qual Pelé apareça como motivo de chacota.[2]

pele

Destaquemos uma matéria pública como introdução. Um autor de prestigio, Zuenir Ventura, na sua página do Globo (quinta feira, 17 de julho 2014) escreve tentando um mea culpa por participar das críticas às obras e organização da Copa sob a base de certa desvalorização, que sempre ressurge, do brasileiro. De fato, os arautos do fracasso pareciam desconhecer, de um lado, a experiência brasileira em obras de engenharia e organização de eventos e, do outro, confundir atrasos (cujo objetivo quase sempre é solicitar maior orçamento) com incompetência. Zuenir Ventura diz que não torceu pela Argentina por razões “geopolíticas”. Admitamos que se torça por identificações e/ou pertencimentos, torcemos por Brasil por sermos brasileiros e não por razões “geololíticas”. Também podemos torcer por um time de América Latina por identidade e pertencimento. Zuenir recusa a identidade e o pertencimento ao mesmo referente englobador que a Argentina ainda mantém vivo (Latino América). Com alguma culpa, descreve aquilo que admira da cultura argentina! Até declara que trocaria uma das cinco copas ganhas pelo Brasil por algum Premio Nobel argentino. Importa dizer que torceu por Alemanha para torcer contra Argentina! O argumento central que enunciei no artigo mencionado no início para explicar porque os brasileiros torcem pelo Brasil guiou-se pelo preceito: o adversário de meu adversário é meu aliado de forma absolutamente descontextualizada. Contudo, continuarei a ser um leitor do Zuenir!

Os comentários positivos para “o torcer contra Alemanha” eram de variações do mesmo tema: a admiração pelo futebol alemão e sua gestão e, mais tarde, o marketing altamente positivo realizado pela Alemanha ao longo da Copa e antes. Reconheço que partilho a admiração pelo futebol alemão e sua organização e mais ainda, tenho profunda admiração pela cultura alemã em suas variadas dimensões. Porém, nem por isso torceria por ela se a final fosse contra o Brasil ou contra Colômbia, Chile ou Costa Rica. Poderia, entretanto, ficar à margem da obrigação tão brasileira de torcer e desejar que ganhe o melhor em benefício do espetáculo do futebol. Isto não significa um papel ativo de palavras e gestos para transferir energia para o escolhido, pois, antes do jogo, é difícil saber com certeza quem será o melhor. Se fosse por admiração deveríamos torcer pelos Estados Unidos?. Veja que campanha que fez com pouco tempo de vida como esporte reconhecido nos Estados Unidos! De fato, os mexicanos e brasileiros adultos que escolhem morar em USA por razões bem práticas de condições de vida não torcem pelo time americano no futebol.

O núcleo do marketing alemão parece que esteve centrado em dois objetivos: transmitir o reconhecimento e valorização do Brasil e manifestar a vontade de contribuir com ele (ver como exemplos, além das variadas declarações na televisão, o blog de Rafael Casé e o artigo “O segredo de outro sucesso: como a Alemanha criou empatia com o Brasil”, disponível em globo.com, 15/07/2014). Os alemães se tornariam, além de virtuosos do futebol, simpáticos, alegres, receptivos, enfim, quase brasileiros. Pasmem! Até flamenguistas! Contudo, já na segunda feira pós Copa começaram a aparecer vídeos e textos, em blogs, sítios e jornais que apontavam que os alemães estavam zoando do Brasil e da Argentina. Parecia que o marketing, talvez do politicamente correto da Alemanha, começou a fazer água nos festejos pelo tri. Circula uma foto fantástica de Kroos mordendo um distintivo da policia brasileira e danças dos jogadores imitando a entrada em campo dos brasileiros. O fantástico do futebol é que o herói Kross tem o mesmo preço no mercado que o jovem colombiano James (O Globo, 17/07/2014)!

Contudo, esses motivos positivos foram aparecendo após a derrota contra Alemanha (esta afirmação é pouco controlada, embora consultasse a varias pessoas sobre a mesma, não tenho dados sistemáticos), porém pode ser confirmada, de forma indireta, pelos títulos do Lance “somos alemães desde garotinhos” ou coisas semelhantes aparecidos depois da derrota e na participação ativa da mídia brasileira. O torcer contra a Argentina, no entanto, já se manifestava no jogo com a Bósnia. Teria Zuenir torcido pela Bósnia?

Um garçom do bairro me diz: “levaram sete no rabo e agora torcem pela Alemanha!” Eu quando escrevi partilhava a mesma suspeita que o garçom. Observem, na sua afirmação ele se exclui do ser brasileiro.

A oposição Pelé/Maradona teve destaque nas explicações do “torcer contra”, e embora apresentada como motivo do “torcer a favor de Alemanha”, era para mim um de seus principais motivos para o “torcer contra a Argentina”. O segundo, talvez fosse a esperança da Argentina levar oito pepinos dos alemães. Estou quase convencido de que se isso tivesse ocorrido o marketing alemão teria muito menor importância nas justificativas.

maradona

Durante a Copa do Mundo que acaba de finalizar, a televisão mostrou a presença do Rei Pelé no Maracanã. Galvão Bueno, nosso ícone do jornalismo esportivo, comentou que é necessário que os brasileiros mostrem em relação ao Pelé o tipo de atitudes que os argentinos têm em relação a Maradona. Falou com um tom de pena que reforçava o “é necessário”. Galvão Bueno durante bastante tempo promoveu a oposição com Argentina. Na sua visão, os argentinos eram catimbeiros e desenvolviam um jogo sujo em oposição ao jogo bonito, brasileiro, tão admirado na Argentina. Ultimamente foi modificando sua posição e, durante a Copa, em várias oportunidades salientou o jogo limpo, com poucas faltas, nos confrontos da Argentina. Ganhou em equanimidade. Sua afonia após a transmissão da final o fazia mais humano e simpático. O defeito, pelo qual pediu desculpas, enaltece seu desempenho aproximando-o dos comuns mortais. Assim, Galvão Bueno, deu a pista de que era necessário, para aumentar o entendimento do torcer contra Argentina, focar na oposição entre Pelé e Maradona.

È importante um esclarecimento em parágrafo à parte. Não participo da discussão sobre quem é o melhor, pois para mim carece de sentido e de possibilidades de solução. Dito de forma difícil: há desempenhos que são incomensuráveis em todos os campos! Tenho uma impossibilidade radical em responder a questões do tipo: “quem é melhor Machado de Assis ou Graciliano Ramos”. Acho que a pergunta é insolúvel, irrelevante e pouco produtiva. Considero a ambos mestres em suas modalidades. E disto se trata: Pelé e Maradona, e muitos outros, construíram modalidades de desempenho no futebol que os tornaram cânones esportivo. Contudo, não escolher é optar por conservar o valor da diversidade de modalidades de desempenhos de excelência a partir de suas condições de desenvolvimento. Escolher a alguém superior apenas porque é nosso resulta de um nacionalismo patético e pode levar à imitação desmedida. Já Einstein tinha salientado que se sua teoria estivesse equivocada, os alemães diriam que ele era inglês e, os ingleses, que era alemão.

Faz alguns anos, em artigo escrito a quatro mãos com Ronaldo Helal,[3] apontamos na existência de uma inversão nas relações parte/todo quando tomamos como referência Brasil e Argentina e Pelé e Maradona. Brasil sempre foi apresentado como a nação exuberante, alegre, cordial, produto da miscigenação, singular e inqualificável e que dança alegremente na beira do abismo. Dissemos, no artigo, que as construções sobre as imagens do Brasil estavam claramente imbuídas de um caráter dionisíaco. Em contrapartida, a Argentina aparecia como o país europeizado, talvez de forma prematura. Em vários sentidos, da geografia ao tango, aparecia, sobretudo para os brasileiros, como um país apolíneo.[4]

Agora bem, quando nos deslocamos para a parte, e para seus maiores heróis do futebol, o Rei e o Pibe (o moleque) as caracterizações se invertem: o Rei é apolíneo e o Pibe dionisíaco. Pelé tem o entorno, a superioridade e a distância do Rei; Maradona a proximidade familiar do Pibe. Nas descrições jornalísticas os caracteres apolíneos ou dionisíacos sempre estão presentes. Sobre Pelé reiteradamente se destaca sua completitude física e técnica; de Maradona se marcam as incompletudes, falta de domínio bilateral, por exemplo. Pelé parece ocultar as complicações de sua vida e Maradona as enfrenta sem recusar seu caráter público.

A relação de carinho, respeito e proximidade dos argentinos com Maradona é natural, embora não necessária. A relação de distância e respeito dos brasileiros com Pelé também é natural e talvez não fosse necessária. Quando Maradona entra, começa a festa e a expectativa sobre o que fará o dirá permeia o ar. Quando o faz Pelé, entra a aura e o tratamento protocolar, embora com sorrisos de satisfação no rosto.

Além de sua carreira de atleta, Maradona marca o cotidiano argentino com suas condutas privadas e dizeres públicos. Quando Maradona adoece, os argentinos rezam e fazem vigília por ele. Recentemente Pelé teve que se submeter a uma cirurgia para colocar uma prótese e a informação saiu em pequenas notas, ninguém fez vigília ou encarregou missa pela recuperação do Rei, embora se deixasse entrever de que andava triste ou deprimido.

Hoje, por exemplo, no jornal digital de O Globo (globo.com) aparecem as opiniões de Maradona, vertidas em seu programa televisivo venezuelano, La Zurda (a tradução literal futebolera deveria ser A Canhota e na da política, A Esquerda), sobre o mundial e a final. Por volta das sete horas da manhã aparecia Maradona trajado e a notícia era cabeça da página. Depois desapareceu e no início da tarde voltou com menos destaque e com foto dele e de Rivelino mostrando camisetas. Um gesto de aproximação? Espero que sim.  Na segunda versão, a notícia destaca a crítica de Maradona do prêmio dado pela FIFA ao Messi, uma jogada de marketing segundo ele, reproduzindo os elogios à participação da seleção argentina. Suas posições nem sempre são provocadoras, tanto em relação aos times emergentes que destaca, como Costa Rica, quanto nas atuações frustrantes (Inglaterra, Itália e Espanha). Maradona ainda coloca a James, o jovem jogador colombiano, como o melhor da COPA, enquanto por aqui foram mencionados alguns alemães, Robben e Rodriguez e talvez outros que não registramos. O James deve ter ficado muito feliz e é possível que valorize mais o reconhecimento de Maradona que o premio da FIFA, dado a Messi, com muitas dúvidas sobre seu valor.[5] Messi nem deve ter ficado confortado apesar dos elogios também realizados. Mas, Maradona, diz o que pensa e ainda defende o valor de sua verdade e também da capacidade crítica diante do desempenho do atual ídolo argentino. O Pibe é valente para seus admiradores! Sua contraditória vida privada é discutida em público, mas, também suas relações com Cuba e Venezuela e suas entrevistas a Fidel Castro. O Rei, entretanto, continua ausente e distante. O Rei deve ser protegido, embora uma parcela dos brasileiros critique sua falta de envolvimento na luta contra o racismo e a favor dos negos e também os eventos de sua vida privada, enfatizando a falta de relação orientadora com os filhos. No caso do Rei, vida privada e desempenho público formam espaços que devem estar separados. No caso do Pibe, os limites entre os espaços estão sempre sendo transbordados por jornalistas,  torcedores e ele mesmo.

O intelectual é uma figura que faz que sua vida privada e a suas opiniões se tornem parte do debate público. No caso de Ortega y Gasset, até as gravatas chocantes que usava podiam ser discutidas no parlamento e na imprensa de Espanha, além de sua herança intelectual valiosa para pensarmos o presente. Seu estilo, de diferentes pontos de vista, também era dionisíaco. Talvez por isso não chegasse a formular um sistema como o faria Heidegger. Nossa geração olhava atentamente para as vicissitudes das relações entre Jean Paul Sartre e Simone de Beauvoir, intelectuais por excelência, e ninguém aceitaria chamar de mexerico os comentários que fazíamos sobre elas.

Chegamos a nossa hipótese: Maradona, sob a base de sua atuação destacadíssima para o futebol argentino e mundial, tornou suas condutas e opiniões insumos para o debate público no campo do esporte, da política, da ética e da vida cotidiana.  O Pibe é o maior intelectual popular da Argentina sem considerarmos o valor político, social ou cultural de suas “apresentações”. Não estamos tratando disso. O moleque pode fazer um gol com a mão, mas ganhar um mundial com tamanha malandragem (picardia) apenas Maradona, diz a consciência nacional argentina. O herói popular dionisíaco pratica a arte da malandragem, sabe simular e se aproveita das confusões que monta. O título familiar de Pibe o aproxima, ele senta-se à mesa do bar, se introduz nas conversas da família, dos amigos e, sobretudo, dos futeboleiros. Em uma medida talvez menor, Romário faz parte da mesma estirpe de intelectuais populares e suas condutas e opiniões entram nas conversas públicas em relações jocosas e afetuosas. Os dois tentam se distinguir do Rei e por vezes o alfinetam mediante a ironia. Pelé acaba calado em sua majestade. Romário: Pelé calado é um poeta. O malandro é Maradona.

A intenção de Galvão Bueno poder ter sido boa. Contudo, ela reconhece que o Rei tem significados frios e talvez impostos por repetição de outros ou pelo mantra de que ele foi e ainda é o melhor. Mantra que forma uma fita de Moebius com a cara do Brasil país de futebol. Ambos os lados se demandam para fazer uma superfície contínua. Será que por isso os brasileiros aparecem suscetíveis à defesa argentina de Maradona como o melhor? Será que estão por cair juntos, a parte e o todo? Ou seja, se Brasil é o Pais do Futebol (o todo) como pode um argentino (a parte) ser o melhor! O país do futebol deve ter o melhor jogador, seu questionamento, ainda que seja por argentinos, arranharia as bases da identidade brasileira? Se a resposta é afirmativa, a suscetibilidade diante do debate pelo melhor quase se explica sozinha.

O apolíneo está mais próximo da figura do eterno e se distancia da morte e do transitório no mármore atemporal. O dionisíaco parece estar sempre em contato com ela, desafia e a cutuca com o passe inesperado da dança e a ironia transitória. Pelé diz que Edson Arantes de Nascimento diz que Pelé é o melhor.  Maradona diz que sua mãe afirma que ele é o melhor.

Nunca pensamos que poderíamos assistir a renúncia de um Papa nem a da de um Rei. E isto ocorreu diante de nosso olhar espantado. O Edson poderia renunciar ao papel do Rei, deixar o manto sagrado e se misturar nas conversas do povo? Seria menos enreizado, mas, talvez, mais querido? Apenas um mortal: Pelé. Sem ser o Rei poderia falar e agir com menores constrangimentos e, talvez, até fazer poesia quando fala. Reconhecer que há muitos reis e que determinar o melhor é uma tarefa ingrata, talvez impossível e, sobretudo, tonta. Talvez por ser tonta seja tema do jornalismo esportivo e de suas perguntas que geram debates infindáveis e insolúveis que jamais se solucionam apenas se abandonam.

Uma moral se impõe: Talvez Pelé seja um Rei com pés de barro. Maradona é um Pibe com barro até o pescoço. Um pode cair, o outro pode se afogar. Nós, os do povo, podemos escolher o modelo. O custo são as diferenças no tratamento. Os argentinos escolheram Maradona por unanimidade. O baixo desempenho de Messi ajudaria a manter o lugar de Maradona? Que seria desse lugar se Messi tivesse feito dois gols contra Alemanha e ganhasse a Copa? Os argentinos, como consequência,  carregariam os custos de elaborar a nova situação. Maradona já tinha declarado que, se algo assim ocorresse, ele mesmo estenderia o tapete vermelho para Messi. Cederia seu lugar de melhor.

Os brasileiros ainda duvidam entre o apolíneo Pelé quando comparado aos dionisíacos Garrincha e Romário e talvez, em futuro próximo, Neymar seja o polo da comparação. Mas, manter Pelé como o melhor é uma questão de honra e vamos torcer contra os de fora, os argentinos, que pretendem mudar essa ordem! Uma invasão de tal envergadura em nosso imaginário deve ser rejeitada de forma prática. Vamos a torcer pela Alemanha!

 

[1] Ver a entrevista de R. Helal para a Folha (http://www1.folha.uol.com.br/esporte/folhanacopa/2014/07/1484416-copa-mostra-acirramento-da-rivalidade-brasil-argentina-afirma-sociologo.shtml).

[2] Ver a entrevista de R, Helal no Estado de São Paulo (http://tv.estadao.com.br/videos,BRASIL-ME-DIGA-O-QUE-SENTE-DESCONSTRUINDO-A-RIVALIDADE-ENTRE-BRASILEIROS-E-ARGENTINOS,245762,0,0.htm)Em seus trabalhos Helal destaca: 1) a anterioridade temporal do zoar ou do deboche brasileiro sobre o argentino até no campo publicitário. 2) a transformação das relações jocosas da rixa futebolística em intolerância em relação aos argentinos. 3) a passagem do “odiamos amar os brasileiros”, originalmente posto como sentimento dos argentinos,  em o “amamos odiar os argentinos”, sentimento brasileiro original. 4) os jornais “sérios” brasileiros levam em consideração o pasquim esportivo Olé e minimizam a seus colegas de classe.

[3] “Pelé y Maradona: el periodismo y las contradicciones entre los héroes y las sociedades.” Lecturas Educación Física y Deportes (Buenos Aires), v. 139, p. 1-7, 2009.

[4] O antropólogo Gustavo Lins Ribeiro trabalhou sobre tal caracterização. Ver Ribeiro, Gustavo Lins, “Tropicalismo e Europeísmo: modos de representar o Brasil e Argentina” In Frigerio, Alejandro e Riberio, Gustavo Lins (orgs.) Argentinos e Brasileiros: encontros, imagens e estereótipos. Petrópolis, Vozes, 2002.

[5] As notícias jornalísticas indicam que o jovem jogador James registrou o maior aumento de valor profissional. Se isto for certo, seu desempenho, medido pelo mercado, foi superior.

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